terça-feira, 30 de agosto de 2011
A história da águia!
A águia é a ave que possui maior longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil!
Então a águia só tem duas alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar cento e cinquenta dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos traz.
Deus abre porta,onde não há porta . . .
"E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve:
Isto diz o que é Santo, o que é verdadeiro, o que
tem a chave de Davi: o que abre e ninguém fecha;
e fecha e ninguém abre." (Ap 3.7)
"Jesus, fixando os olhos neles, respondeu: Para os homens é impossível, mas não para Deus; porque para Deus tudo é possível."
Confira alguns dos 'impossíveis' que Deus realizou:
* Ele abriu o mar vermelho para o seu povo passar
triunfantemente, deixando para traz os seus inimigos
vencidos e derrotados (pereceram no mar).
(Êxodo.14:15-30)
* O Senhor fez, em pleno deserto, água da rocha brotar,
para saciar a sede de seu povo
(Êxodo.17:1-7)
* Ele fechou a boca dos leões, na cova em que se
encontrava Daniel; impedindo assim, que os leões
famintos e furiosos, causassem dano a Daniel.
(Dn.6:19-24)
* Ele estava na fornalha, junto com Sadraque, Mesaque,
e Abednego,combatendo e aniquilando o poder e
a fúria do fogo, para proteger os seus.
Dentro da fornalha Ele era "O Quarto Homem".
(Daniel.3:19-30)
******
Esses homens acima citados confiaram verdadeiramente no Senhor.
Colocaram nas mãos de Deus a sua esperança, sua vida, sua fé, e seu coração.
"Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR
a sua confiança.." (Sl.40:4)
Tudo é possível para Deus. Ele é o dono de toda a sabedoria
E para ele não há tesouros escondidos. ele tudo vê, tudo sabe,
e tudo conhece.Todas as coisas estão visíveis e patentes a
seus olhos. Portanto, não se lamente, não murmure, não reclame.
Confie verdadeiramente no Senhor.
“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade,
porque ele tem cuidado de vós." (1 Pedro 5:7)
"E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer tudo é possível ao que crê."
(Marcos 9:23)
Tranquilize seu coração e permita que o Espírito de Deus
cuide e trate de você e de sua vida.
Com certeza ele sabe o que é melhor pra você.
Que Deus abençoe à todos em Cristo Jesus.
Amém!
Sou tua ovelha senhor
Tu és o Bom Pastor.
Eu sou a Tua ovelha.
Em alguns dias, estou sujo;
Em outros estou doente.
Em alguns dias, me escondo;
Em outros, me revelo.
Sou uma ovelha ora mansa, ora agitada.
Sou uma ovelha ora perdida, ora reconhecida.
Eu sou Tua ovelha, Senhor.
Eu conheço a Tua voz.
É que às vezes a surdez toma conta de mim.
Eu sou Tua ovelha, Senhor.
Não permita que eu me perca,
que eu me desvie do Teu rebanho.
Mas se eu me perder, eu Te peço, Senhor,
Vem me encontrar.
Amém.
sábado, 27 de agosto de 2011
Mensagem de feliz aniversário ao meu filho!
Hoje,depois de muitos anos pudemos finalmente comemorar o aniversário do meu filho!
Apesar da distancia estou muito feliz,pois tenho a certeza que meu filho se conserva nos caminhos da sobriedade,não podia deixar de compartilhar esse momento com vocês!
E é essa a mensagem que deixo prá ele e prá todas as mães que passam ou passaram pela mesma situação!
Otávio,eu lhe dei a vida ,
mas não posso vivê-la por você .
Eu posso mostrar-lhe caminhos ,
mas não posso estar neles para liderar você .
Eu posso levá-lo à igreja,
mas não posso fazer com que tenha fé .
Eu posso mostrar-lhe a diferença entre o
certo e o errado, mas não posso sempre
decidir por você .
Eu posso lhe comprar roupas bonitas,
mas não posso faze-lo
bonito por dentro .
Eu posso lhe dar conselho,
mas não posso segui-lo por você .
Eu posso lhe dar amor,
mas não posso impô-lo a você .
Eu posso ensiná-lo a compartilhar,
mas não posso faze-lo generoso .
Eu posso ensinar-lhe o respeito,
mas não posso forçá-lo a ser respeitoso .
Eu posso aconselhá-lo sobre amigos,
mas não posso escolhe-los por você .
Eu posso alertá-lo sobre sexo seguro,
mas não posso mantê-lo puro .
Eu posso informá-lo sobre álcool e drogas,
mas não posso dizer "NÃO" por você .
Eu posso falar-lhe sobre o sucesso,
mas não posso alcançá-lo por você .
Eu posso ensiná-lo sobre a gentileza,
mas não posso forçá-lo a ser gentil .
Eu posso orar por você,
mas não posso impor-lhe Deus .
Eu posso falar-lhe da vida,
mas não posso dar-lhe vida eterna .
Eu posso dar-lhe amor incondicional
por toda a minha existência
... e isso eu farei.
FELIZ ANIVERSÁRIO!
Apesar da distancia estou muito feliz,pois tenho a certeza que meu filho se conserva nos caminhos da sobriedade,não podia deixar de compartilhar esse momento com vocês!
E é essa a mensagem que deixo prá ele e prá todas as mães que passam ou passaram pela mesma situação!
Otávio,eu lhe dei a vida ,
mas não posso vivê-la por você .
Eu posso mostrar-lhe caminhos ,
mas não posso estar neles para liderar você .
Eu posso levá-lo à igreja,
mas não posso fazer com que tenha fé .
Eu posso mostrar-lhe a diferença entre o
certo e o errado, mas não posso sempre
decidir por você .
Eu posso lhe comprar roupas bonitas,
mas não posso faze-lo
bonito por dentro .
Eu posso lhe dar conselho,
mas não posso segui-lo por você .
Eu posso lhe dar amor,
mas não posso impô-lo a você .
Eu posso ensiná-lo a compartilhar,
mas não posso faze-lo generoso .
Eu posso ensinar-lhe o respeito,
mas não posso forçá-lo a ser respeitoso .
Eu posso aconselhá-lo sobre amigos,
mas não posso escolhe-los por você .
Eu posso alertá-lo sobre sexo seguro,
mas não posso mantê-lo puro .
Eu posso informá-lo sobre álcool e drogas,
mas não posso dizer "NÃO" por você .
Eu posso falar-lhe sobre o sucesso,
mas não posso alcançá-lo por você .
Eu posso ensiná-lo sobre a gentileza,
mas não posso forçá-lo a ser gentil .
Eu posso orar por você,
mas não posso impor-lhe Deus .
Eu posso falar-lhe da vida,
mas não posso dar-lhe vida eterna .
Eu posso dar-lhe amor incondicional
por toda a minha existência
... e isso eu farei.
FELIZ ANIVERSÁRIO!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
O drama das famílias dos viciados em crack
Famílias bem constituídas também estão sujeitas aos flagelos da droga
O crack não degrada apenas os usuários, atinge com fúria também familiares, que viram codependentes do vício. Da mesma maneira que relações problemáticas em casa podem motivar um refúgio nas drogas, famílias bem constituídas, que se imaginavam distantes dessa realidade, estão sujeitas aos flagelos da droga.
Conheça as histórias:
"Meu filho trocou até as bonecas das filhas por crack"
"É muito triste para uma mãe ter de recolher o corpo de um filho, mas, apesar da dor, sinto alívio."
Sob o domínio do crack, muitos viciados arrastam seus dramas para dentro de casa e acabam levando familiares a uma codependência emocional. Sentindo-se culpados, pais, mães e irmãos passam a aceitar ações violentas e a viver em permanente alerta, condicionando seu estado de espírito ao do usuário da droga. O superenvolvimento com a dependência mascara a visualização de soluções e, não raro, parentes se sujeitam a atos extremos, como acertar dívidas com traficantes, por medo da morte.
– Eu adoeci mais do que o meu filho. Fiquei completamente fora de controle, só gritava com todo mundo. Pegava meu carro, ia atrás dele de madrugada, brigava com traficantes. Cometi muita loucura – admite a caxiense Marcela (nome fictício), 37 anos, mãe de um jovem de 17 anos que começou a usar crack aos 13.
– Foi uma luta muito grande eu enxergar o problema. Podia acontecer com todo mundo, menos com a gente. Hoje vejo que meu filho pode ter buscado a droga porque eu não dei atenção nem limites dentro de casa – conclui Marcela.
A história dessa mãe exemplifica bem o drama vivenciado por muitas famílias de classe média e aparentemente bem estruturadas e imunes ao crack. No início dos anos 1990, quando o consumo explodiu, era um vício exclusivo de pobres e moradores de rua. Nos últimos tempos, entretanto, a pedra tem subido degraus na escala social e espalhado seus sinais devastadores por toda parte. Católica praticante, Marcela é casada, tem uma renda estável e os três filhos estudam em escola particular.
– Tínhamos uma vida tranquila e, de repente, traficantes chegavam na minha casa armados para cobrar dívidas do meu filho. Por medo, e também vergonha dos vizinhos, eu pagava. Dizia que não haveria próxima vez, mas sempre tinha – conta.
Ana (nome fictício), 65, é outra caxiense de classe média que passou por uma situação semelhante. Há 18 anos ela luta contra o vício do filho, de 33.
– Estive duas vezes em bocas (pontos de tráfico) para pagar débitos do meu filho, com medo de que fosse morto. Acho que meu erro foi não impor regras, acreditar demais nas melhoras dele de 24 horas – reconhece.
Marcela, o marido e os dois filhos menores vivenciaram o mundo do crack por três anos. A mãe bancava pelo menos R$ 2 mil por mês para que o filho mantivesse o vício sem precisar recorrer ao crime nas crises de abstinência. Mas, a certa altura, esse valor já não custeava as necessidades dele e o guri começou a prestar serviços a um traficante.
– A maior parte do dinheiro que eu precisava, conseguia em rolos com droga, vendendo, ajudando a fazer. Virava a noite vendendo e usando, só parava quando o corpo já não aguentava – conta o rapaz.
Ano passado, o jovem foi internado em uma fazenda terapêutica e, apesar das diversas tentativas de fuga, concluiu o tratamento há três meses. Agora o medo são as recaídas, já que os pontos de venda de crack continuam lá, pertinho de casa.– Pra mim, um dia de paz já é muita coisa. Só consigo ficar tranquila quando ele está internado – conta Ana.
Nas clínicas e fazendas, quando um usuário é internado, a família é convocada a participar de grupos de terapia. Pais, mães, irmãos são tratados como pacientes.
– Quando chegam para tratamento, os dependentes químicos estão altamente desestruturados e os pontos de apoio, como a família, estão muito frágeis – analisa o psiquiatra Celso Luís Cattani, especialista em dependência química.
O problema é que o crack provoca um desgaste tão grande nas relações que muitos parentes até iniciam, mas não dão andamento nos grupos. Segundo profissionais experientes da área, o que muitos querem é se livrar do transtorno. A internação do viciado em crack é encarada como um alívio.
Conheça as histórias:
"Meu filho trocou até as bonecas das filhas por crack"
"É muito triste para uma mãe ter de recolher o corpo de um filho, mas, apesar da dor, sinto alívio."
Sob o domínio do crack, muitos viciados arrastam seus dramas para dentro de casa e acabam levando familiares a uma codependência emocional. Sentindo-se culpados, pais, mães e irmãos passam a aceitar ações violentas e a viver em permanente alerta, condicionando seu estado de espírito ao do usuário da droga. O superenvolvimento com a dependência mascara a visualização de soluções e, não raro, parentes se sujeitam a atos extremos, como acertar dívidas com traficantes, por medo da morte.
– Eu adoeci mais do que o meu filho. Fiquei completamente fora de controle, só gritava com todo mundo. Pegava meu carro, ia atrás dele de madrugada, brigava com traficantes. Cometi muita loucura – admite a caxiense Marcela (nome fictício), 37 anos, mãe de um jovem de 17 anos que começou a usar crack aos 13.
– Foi uma luta muito grande eu enxergar o problema. Podia acontecer com todo mundo, menos com a gente. Hoje vejo que meu filho pode ter buscado a droga porque eu não dei atenção nem limites dentro de casa – conclui Marcela.
A história dessa mãe exemplifica bem o drama vivenciado por muitas famílias de classe média e aparentemente bem estruturadas e imunes ao crack. No início dos anos 1990, quando o consumo explodiu, era um vício exclusivo de pobres e moradores de rua. Nos últimos tempos, entretanto, a pedra tem subido degraus na escala social e espalhado seus sinais devastadores por toda parte. Católica praticante, Marcela é casada, tem uma renda estável e os três filhos estudam em escola particular.
– Tínhamos uma vida tranquila e, de repente, traficantes chegavam na minha casa armados para cobrar dívidas do meu filho. Por medo, e também vergonha dos vizinhos, eu pagava. Dizia que não haveria próxima vez, mas sempre tinha – conta.
Ana (nome fictício), 65, é outra caxiense de classe média que passou por uma situação semelhante. Há 18 anos ela luta contra o vício do filho, de 33.
– Estive duas vezes em bocas (pontos de tráfico) para pagar débitos do meu filho, com medo de que fosse morto. Acho que meu erro foi não impor regras, acreditar demais nas melhoras dele de 24 horas – reconhece.
Marcela, o marido e os dois filhos menores vivenciaram o mundo do crack por três anos. A mãe bancava pelo menos R$ 2 mil por mês para que o filho mantivesse o vício sem precisar recorrer ao crime nas crises de abstinência. Mas, a certa altura, esse valor já não custeava as necessidades dele e o guri começou a prestar serviços a um traficante.
– A maior parte do dinheiro que eu precisava, conseguia em rolos com droga, vendendo, ajudando a fazer. Virava a noite vendendo e usando, só parava quando o corpo já não aguentava – conta o rapaz.
Ano passado, o jovem foi internado em uma fazenda terapêutica e, apesar das diversas tentativas de fuga, concluiu o tratamento há três meses. Agora o medo são as recaídas, já que os pontos de venda de crack continuam lá, pertinho de casa.– Pra mim, um dia de paz já é muita coisa. Só consigo ficar tranquila quando ele está internado – conta Ana.
Nas clínicas e fazendas, quando um usuário é internado, a família é convocada a participar de grupos de terapia. Pais, mães, irmãos são tratados como pacientes.
– Quando chegam para tratamento, os dependentes químicos estão altamente desestruturados e os pontos de apoio, como a família, estão muito frágeis – analisa o psiquiatra Celso Luís Cattani, especialista em dependência química.
O problema é que o crack provoca um desgaste tão grande nas relações que muitos parentes até iniciam, mas não dão andamento nos grupos. Segundo profissionais experientes da área, o que muitos querem é se livrar do transtorno. A internação do viciado em crack é encarada como um alívio.
"Se o diabo inventou um inferno na terra, esse inferno é o crack"
Considerada a pior das drogas, pedra tem feito um número cada vez maior de vítimas
Toda vez que um viciado em crack acende seu cachimbo assina uma nova sentença de morte. Com o poder de escravizar às primeiras tragadas, a pedra à base de cocaína arrasta o usuário à sarjeta em pouquíssimo tempo. A droga, que avança como uma praga pelo território gaúcho, faz mais vítimas do que qualquer outra porque afunda o dependente numa degradação física e psicológica que o empurra ao crime para saciar o vício devastador.
Conheça as histórias:Prostituição para comprar crack
Empresa virou fumaça
Recaída pela sexta vez
O crack, assim denominado porque a pedra emite pequenos estalos quando queimada, leva fama de ser uma droga barata desde que seu consumo explodiu nas periferias brasileiras, nos anos 1990. Mas o baixo custo da pedra, em torno de R$ 5, é uma ilusão. Da mesma maneira que não se tem notícia de alguém que tenha experimentado crack uma única vez, um dependente não se satisfaz com uma pedra. Na fissura, o usuário fuma 20, 30 pedras ao dia. Para custear vício, primeiro se desfaz do que tem, depois parte para o crime.
— É comum encontrar todo tipo de material nos pontos de tráfico. Qualquer coisa serve como moeda de troca – revela o tenente-coronel Júlio César Marobin, comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar (12º BPM), de Caxias.
— Num Natal, meu filho conseguiu trocar por crack até o peru da nossa ceia. Toda noite eu tinha que colocar o botijão de gás no meu quarto senão meu filho vendia por pedra – conta a caxiense Everly de Jesus Rodrigues, 45 anos, mãe de um garoto de 18 anos morto a tiros em consequência do vício, mês passado.
O drama que o crack leva para dentro das famílias não aparece nas estatísticas policiais, mas é gravíssimo. Nos últimos tempos, casos de mães que acorrentam seus filhos na tentativa de conter o vício têm aparecido com frequência na imprensa. Entretanto, a maioria das famílias silencia, por medo ou vergonha, enquanto dinheiro e objetos são levados de casa.
— O usuário não se penaliza com barbaridades que comete, com parentes ou desconhecidos, porque o crack anestesia o afeto — diz Maria Virgínia Agustini, coordenadora da política de saúde mental da Secretaria Municipal da Saúde.
— Se o diabo inventou um inferno na terra, esse inferno é o crack — ressalta Roberto Faleiro, coordenador da Casa de Passagem São Francisco.
Mensagem do dia
Pai nosso dos drogados
PAI NOSSO de todos os homens: és pai também dos drogados
Temos nos convertido no refugo da sociedade, PAI NOSSO!
Tu nos tens nas tuas mãos. Somos tuas criaturas caídas.
PAI NOSSO, tua vontade se fará no céu porque és quem sacia
aos famintos,
Dás de beber ao sedentos e, àqueles que, por seus desejos de um mundo melhor,
Chegaram ao vício da droga.
Abre nossos olhos e mostrarás todo o teu amor.
PAI NOSSO, perdoa nosso pecado por nos tornarmos dependentes da droga, sabendo que não era por tua vontade e que isso se converteria em nossa culpa.
Te rogo que perdoes a todos que nos facilitam a droga. Perdoa-os ainda que saibam o que fazem.
Perdoa nossa culpas
Ajuda-nos a não cair na tentação
De querer atrair aos demais para a nossa comunidade, para reduzir a nossa culpa.
PAI DOS CÉUS! LIVRA-NOS DAS DROGAS. LIVRA-NOS DESTE MAL QUE TRAZ CONSIGO TANTAS CONSEQÜÊNCIAS. LIVRA-NOS DE NÓS MESMOS!
Enviado ao cardeal Jubany, arcebispo de Barcelona, Espanha, que divulgou em 11.08.1982.
EFEITOS DAS DROGAS
* Excitação, euforia, desinibição.
* Aumento da vigília e inquietação.
* Perda de memória, confusão mental, alterações do humor e do comportamento, síndrome amotivacional, desestruturação da personalidade, psicoses.
* Diminuição da fadiga, da fome, da sensibilidade à dor e do apetite sexual.
* Aumento da pressão arterial, taquicardia, infarto, parada cardíaca e morte.
* Hemorragia cerebral, convulsões, coma, dependência .
Perda de peso e alterações hormonais.
* Bronquite, enfisema pulmonar e cânceres (pulmão, lábio, laringe, boca, etc) e necrose de septo nasal.
* Conjuntiva dos olhos avermelhada.
* Desajustes familiares e sociais.
* Atos suicida ou criminoso.
SINAIS DE USO DE DROGAS:
* Mudanças bruscas de comportamento
* Substituição de amigos
* Queda no rendimento do trabalho ou estudo
* Desaparecimento de objetos e valores
* Porte de objetos e medicamentos não usuais
* Odores estranhos na roupa e boca
* Substituição do dia pela noite
* Falta de concentração
* Inquietude, depressão ou sonolência
* Distúrbios da percepção do tempo e espaço
* Dificuldade de memorização, fala desconexa
* Apatia e indiferença (síndrome amotivacional)
* Distúrbios da coordenação motora
* Emagrecimento repentino sem causa determinada
* Descuido com a aparência pessoal ou com objetos pessoais
Como lidar com meu filho dependente de drogas?.
O Instituto Nacional sobre Abuso de Álcool e Alcoolismo, que é uma instituição do governo americano, fornece algumas orientações para que a família ajude uma pessoa que desenvolveu dependência de drogas mas não quer procurar tratamento.
1. Interrompa as "operações resgate" - Freqüentemente, membros da família tentam proteger o dependente das conseqüências de seu problema, inventando desculpas ou tirando-o de confusões resultantes de seu consumo de drogas. O aconselhável é interromper essas "operações resgate" e dar-lhe oportunidade para vivenciar integralmente as conseqüências danosas de seu comportamento, aumentando significativamente sua lista de motivos para mudar de comportamento.
2. Escolha o momento apropriado para conversar – organize-se para falar com a pessoa pouco depois da ocorrência de algum problema. Por exemplo, após uma briga familiar séria na qual o uso de álcool ou drogas tenha tido um papel importante, ou logo após um acidente ocorrido sob o efeito de drogas. O momento certo é aquele no qual o efeito da substância já tenha passado, em que ambos estejam calmos e em que seja possível obter um certo grau de privacidade.
3. Seja específico - Diga claramente para a pessoa que está preocupado com seu consumo de drogas e que quer ajudá-la a procurar atendimento especializado. Fundamente sua preocupação com exemplos de situações nas quais o uso da substância tenha causado problemas ao próprio usuário, a você ou a terceiros, incluindo o incidente mais recente.
4. Deixe claras as conseqüências de recusar-se a procurar ajuda - Explique para o dependente que até que ele (ou ela) aceite ajuda especializada você irá tomar algumas atitudes na sua vida, não para puni-lo, mas para se proteger. Essas medidas podem variar de não acompanhá-lo a eventos onde o consumo de substâncias sempre acontece, até mudar de casa para não se envolver em situações problemáticas. Mas cuidado: não faça ameaças que não possa cumprir, mencione apenas o que você realmente tem condições de por em prática.
5. Esteja pronto para ajudar - reúna antecipadamente informações sobre possíveis locais de tratamento ou ajuda. Se a pessoa aceitar procurar alguém, telefone imediatamente para marcar um horário e ofereça-se para acompanhá-lo na primeira visita.
Vale lembrar que se ele recusa se tratar, sua família poderá dar o primeiro passo, buscando ajuda especializada. Desta forma, os familiares se tornam, antes de tudo, um exemplo para o dependente e, o mais importante, demonstram e assumem que estão dispostos a participar ativamente deste processo e que todos estão implicados. Ou seja, o problema não é só do dependente, é de todos!
O melhor a fazer é procurar tratamento e orientações com profissionais de saúde especializados no assunto de dependência química, como um psicólogo ou médico psiquiatra.
(Orientação do site: Álcool sem Distorção – do Hospital Albert Einstein)
Eu coloco minha mão na sua, uno meu coração ao seu,
para que possamos fazer juntos, aquilo que sozinho eu não consigo.
Concedei-me senhor, a serenidade necessária,
para aceitar as coisas que eu não posso modificar,
coragem para modificar aquelas que posso e
sabedoria para distinguir umas das outras.
Força !
12 passos
Doze Passos de Narcóticos Anónimos
Se queres o que nós temos para oferecer e estás disposto a fazer um esforço para obtê-lo, então estás preparado para dar determinados passos. Estes são os princípios que tornaram a nossa recuperação possível:
1. Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que tínhamos perdido o domínio sobre as nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
3. Decidimos entregar a nossa vontade e as nossas vidas aos cuidados de Deus na forma em que O concebíamos.
4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.
6. Prontificámo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de carácter.
7. Humildemente rogámos a Ele que nos livrasse das nossas imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e dispusemo-nos a reparar os danos a elas causados.
9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicar essas pessoas ou outras.
10. Continuámos a fazer um inventário pessoal e quando estávamos errados admitimo-lo prontamente.
11. Procurámos, através da prece e da meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus na forma em que O concebíamos, rogando apenas pelo conhecimento da Sua vontade em relação a nós e pelas forças para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual graças a estes passos, procurámos transmitir esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
1. Admitimos que éramos impotentes perante a nossa adicção, que tínhamos perdido o domínio sobre as nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
3. Decidimos entregar a nossa vontade e as nossas vidas aos cuidados de Deus na forma em que O concebíamos.
4. Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano a natureza exata das nossas falhas.
6. Prontificámo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de carácter.
7. Humildemente rogámos a Ele que nos livrasse das nossas imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e dispusemo-nos a reparar os danos a elas causados.
9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicar essas pessoas ou outras.
10. Continuámos a fazer um inventário pessoal e quando estávamos errados admitimo-lo prontamente.
11. Procurámos, através da prece e da meditação, melhorar o nosso contato consciente com Deus na forma em que O concebíamos, rogando apenas pelo conhecimento da Sua vontade em relação a nós e pelas forças para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual graças a estes passos, procurámos transmitir esta mensagem a outros adictos e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.
O que é dependencia quimica?
UMA DOENÇA PROGRESSIVA:
Sem tratamento adequado, as dependências químicas tendem a piorar cada vez mais com o passar do tempo.
UMA DOENÇA CRÔNICA INCURÁVEL:
O dependente químico, esteja ou não em recuperação, esteja ou não bebendo ou usando outras drogas, sempre foi e sempre será um dependente. Não existe cura para a dependência: nunca o paciente poderá beber ou usar outras drogas de maneira controlada. Como o diabete, não existe cura: sempre será diabético ou dependente.
UMA DOENÇA TRATÁVEL:
Apesar de nunca mais poder usar álcool ou outras drogas de maneira "social" ou "recreativa", da mesma maneira que um diabético nunca vai poder comer açúcar em quantidade, o dependente, se aceitar e realmente se engajar no tratamento, pode viver muito bem sem a droga e sem as conseqüências da dependência ativa. É importante notar que qualquer avanço em termos de recuperação depende de um real e sincero desejo do paciente: ninguém "trata" o dependente se ele não quiser se tratar.
UMA DOENÇA FAMILIAR:
O convívio com o dependente faz com que os familiares adoeçam emocionalmente, sendo necessário que o familiar também se trate, e, ao mesmo tempo, receba orientações a respeito de como lidar com o dependente, como lidar com seus sentimentos em relação ao dependente, o que fazer, o que não fazer, e sobre como proteger a si e aos demais membros da família de problemas emocionais causados pela doença do dependente. Muitas vezes, os familiares se assustam quando a gente fala que também eles necessitam de tratamento; ninguém quer ser chamado de doente. No entanto, todos os familiares de dependentes que encontramos durante nossa vida profissional nos relataram pelo menos alguma conseqüência ou problema relacionado à dependência de uma pessoa próxima. Do nosso ponto de vista, quanto mais tempo o dependente e o familiar levarem para admitir a real necessidade de ajuda, maior tempo sofrerão.
O que é co- dependencia?
Isso acontece muito quando falamos em drogados, viciados, compulsivos de toda ordem, ou seja, como já disse, o co-dependente geralmente é dependente de um dependente.
Quando temos um drogadicto (viciado em drogas) como familiar muito próximo, (ou um alcoolatra), nossa vida é afetada, ou melhor de toda a família.
E por mais que cada familiar leve na brincadeira e pense “um dia isso acaba”, saiba que as consequências são muito profundas e certamente vão acompanhar os membros da família por toda a vida.
O ponto principal na co-dependencia é o fato de que apesar de sofrermos muito não conseguimos “tocar” nossa vida naturalmente, pois nos sentimos na obrigação de viver em função do dependente.
Por isso, dizemos que quando um membro da família é dependente, a família está doente ou seja, é uma família co-dependente.
Isso porque todos os membros da família são afetados pelo fato e têm, cada um, sua parcela de ansiedade, de culpa, de angústia que se manifesta num conjunto dinâmico, tendo como pivô o dependente.
Mas não é só isso, o co-dependente também é o que se torna escravo de outra pessoa (do dependente no caso), e se sujeita a abusos de toda ordem para manter o relacionamento.
Na verdade ele até tem consciência de que o relacionamento não é saudável, mas não consegue sair desta situação, isso porque as motivações que o levaram a tal posição são inconscientes.
Quando temos um drogadicto (viciado em drogas) como familiar muito próximo, (ou um alcoolatra), nossa vida é afetada, ou melhor de toda a família.
E por mais que cada familiar leve na brincadeira e pense “um dia isso acaba”, saiba que as consequências são muito profundas e certamente vão acompanhar os membros da família por toda a vida.
O ponto principal na co-dependencia é o fato de que apesar de sofrermos muito não conseguimos “tocar” nossa vida naturalmente, pois nos sentimos na obrigação de viver em função do dependente.
Por isso, dizemos que quando um membro da família é dependente, a família está doente ou seja, é uma família co-dependente.
Isso porque todos os membros da família são afetados pelo fato e têm, cada um, sua parcela de ansiedade, de culpa, de angústia que se manifesta num conjunto dinâmico, tendo como pivô o dependente.
Mas não é só isso, o co-dependente também é o que se torna escravo de outra pessoa (do dependente no caso), e se sujeita a abusos de toda ordem para manter o relacionamento.
Na verdade ele até tem consciência de que o relacionamento não é saudável, mas não consegue sair desta situação, isso porque as motivações que o levaram a tal posição são inconscientes.
A descoberta: meu filho está usando drogas e agora ?
O relacionamento entre a família e o dependente é uma relação
extremamente dolorosa. A família sente as dores do fracasso, da
vergonha e do preconceito. Sente-se as vezes traída por quem eles
amarem intensamente, se sua parte o dependente sente as mesmas
dores. E ambos buscam um meio eficaz de fugir desta.
A primeira fuga da família vem através da negação, ela tem certeza
que todos os filhos dos vizinhos tem problemas menos o seu,( cuidado
as vezes o melhor jeito de conseguir um inimigo é dizendo aos pais que
seu filho esta com problemas de envolvimento com drogas); superada a
fase da negação e a realidade vindo à tona refugiam-se então no “circo”
do desespero, afinal eles poderiam imaginar tudo menos ter um filho
dependente de drogas. Na fase a tendência por parte da família é de
agressividade e muitas cobranças.
A fase seguinte é a barganha. Tentam de tudo para mostrar ao filho
que são os melhores pais do mundo, oferecem normalmente o que
poderiam cumprir, como viagens (de preferência para outros estados ou
até mesmos fora do país), carro, dinheiro, mudam o filho de escola, etc.
Quando nada disso adianta e infelizmente é o que normalmente
acontecevem então a terceira fase que é a da depressão. Uma angustia
muito profunda, muitas emoções negativas, uma fase que atinge em
cheio o dependente e pode causar certa descompensação levando o
adicto a pensar na possibilidade de tratamento ou o que é mais
provável levá-lo ainda mais para o fundo do poço.
A ira pode se manifestar de duas maneiras. A primeira é que
podemos estar com muita raiva sem o saber. Os pais as vezes ficam
profundamente ressentidos com os filhos, mas disfarçam esse
ressentimento dando-lhes carinho excessivo e agindo com uma sensatez
disciplinada. Afirmação do tipo: “nós o amamos como você é”pode na
realidade esconder decepção e raiva.
O outro aspecto é: como os pais acham que já fizeram tudo que lhes
era possível, partem então para liberar sua agressividade contra o
dependente químico. Lembro-me de um jovem de 19 anos que chegou
em nosso escritório para o Tratamento com vários pontos cirúrgicos na
cabeça, por ter levado uma pancada de seu pai com um pedaço de
caibro.
Somente quando a família percebe que nada disso resolve é que vem a
ultima fase que é a da aceitação. Este é o momento do Tratamento para
o dependente e família. É quando conseguimos encarar o adicto como
doente e a dependência como uma doença e paremos de vê-los como
um delinqüente como também a nossa sociedade o vê. Entender sua
condição e necessidade de ajuda, para sair desta e, principalmente,
entender que ele entrou nessa, não por que a família é pior ou melhor,
mas sim, porque ele quis esta condição de adicto. De uma forma ou
outra foi ele quem procurou e isto por um motivo muito simples ele
também necessita de alivio para suas dores e foi na droga que ele
alcançou seu alvo. Numa sociedade adicta e de soluções prontas como a
que vivemos, a droga seja legal ou ilegal, será cada vez mais uma
necessidade decada um de nós.
É certo que Deus não se agrada com nosso sofrimento, nem quer
que vivemos a sofrer, mas desde que o ser humano entrou nessa
decadência; reafirmo, a vida tornou-se em dor e qualquer busca por
alivio imediato será apenas um paliativo às vezes perigoso e
inconseqüente. Mas não tenha dúvidas que sua dor está chegando ao
fim, pelo menos no que diz respeito à dor da dependência, basta você
saber fazer o adicto assumir suas responsabilidades e nós como família
aceitar a dependência como uma doença a as drogas como uma
ocorrência, infelizmente, normal em nossa sociedade atual. E, acima de
tudo, aprender a VIVER E DEIXAR VIVER.
E nós da Central de Internações entendemos que é necessária a
família agir o mais rápido possível, muitos dizem; vou esperar ele (a)
usar novamente, ou entrar em crise, para tomar a decisão de
internação, meu conselho, não espere, pode ser tarde demais, a
Internação Representa uma nova chance de Vida ao usuário.
A lei nº 6.368 Artigo 10 diz “O Tratamento sob regime de Internação
Hospitalar será obrigatório quando o quadro clínico do dependente ou a
natureza de suas manifestações psicopatológicas assim o exigirem”.Por isso é que colocamos o que é de melhor no Tratamento para seu
familiar, uma programação terapêutica inédita, profissionais
capacitadas, a fim de ajudar a devolver a sanidade ao dependente,
procurando incentivá-lo a permanecer e aceitar o Tratamento.
Mas você pode dizer: ele não aceita ser internado; o que faço? Ligue
para nós, vamos buscá-lo, você pergunta, mas tem Lei que permite
isto?...Sim, Lei nº10216 de 6/04/2001 Anvisa, estamos prontos para
ajudar, nossa missão é esta Salvar Vidas, não deixe para depois,
amanha pode ser tarde demais.
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